O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou uma queda de 0,6% em junho em comparação a maio de 2026, considerando os dados dessazonalizados. No acumulado dos últimos 12 meses até junho, o indicador apresenta um crescimento de 1,5%.
Na análise trimestral, o IBC-Br cresceu 0,2%. Em relação ao mês de junho de 2025, houve um aumento de 2,4%. No acumulado do ano até junho, a alta permanece em 1,5%.
Esses dados foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (17).
O IBC-Br é um indicador que complementa o Produto Interno Bruto – PIB, que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil. Esse índice é utilizado para acompanhar a evolução da atividade econômica do país de forma mais frequente, tornando-se uma prévia do desempenho da economia brasileira.
Setores
As informações que compõem o indicador incluem os setores da indústria, dos serviços e da agropecuária, além dos impostos sobre produtos.
- Bolsa Família tem aumento de 15%; nova medida entra em vigor em outubro.
- Entidades industriais e trabalhistas avaliam redução contida da Selic.
- Brasil implementa política para aumentar a produção de minerais críticos
- Banco Central diminui taxa Selic para 13,75% ao ano
- Petrobras alcança a maior margem de lucro entre as principais petroleiras do mundo.
Em junho, a atividade industrial sofreu uma queda de 1,4% em relação a maio, enquanto o setor de serviços também teve um resultado negativo com um recuo de 0,5%. Por outro lado, a agropecuária registrou um aumento de 1% no período.
De acordo com o Banco Central, se a agropecuária for excluída, o IBC-Br teria apresentado uma retração de 0,9% no mês.
O IBC-Br é um dos vários indicadores que o Banco Central analisa para avaliar o ritmo da atividade econômica e ele faz parte do conjunto de informações que a autoridade monetária utiliza para tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.
Fonte: Agência Brasil

